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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Maleta de memória das férias

Que tal construir um baú de memórias das férias das crianças?
A ideia é juntar objetos, recordações, fotos, tudo o que for significativo nas férias. 
Fizemos isso ano passado e pretendo fazer agora. No fim das férias vou compartilhar aqui nossa produção. É uma ótima atividade para as férias, as crianças adoram e nem percebem que estão aprendendo muito fazendo isso. Ah, e o melhor, a atividade é adequada para qualquer faixa etária!
É só adequar.

Vou mostrar a Maleta de Férias de julho de 2013 do João Pedro:



  Usamos uma caixa que já tínhamos em casa, recortei letras em e.v.a e colei com cola quente. Pus a alça, um elástico roliço e um botão grande para fazer o fecho. No livrinho a minha participação foi mínima, e dobrou as folhas, ajudei-o a prendê-las e fiz algumas frases que ele completou já que, na época, ele ainda não era alfabetizado.  O livro foi feito aos poucos e ele mesmo me chamava para produzir uma nova página. 










Os objetos que ele escolheu para representar o filme que viu e mais gostou, o passeio mais legal, a festa julina e o livro mais divertido lido nas férias. 

Tem sorteio na página do blog no Face, clica na imagem e participe!


Até mais!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Mães de asmáticos, uni-vos! Vamos conversar sobre Asma?

 No último dia 06 foi o Dia Mundial da Asma, um evento para chamar a atenção para o tratamento da doença.  Você sabia que ela é a doença crônica mais comum em crianças? 

Sou a mãe sortuda e orgulhosa de dois meninos lindos, Guilherme e João Pedro, nove e cinco anos, respectivamente. 

Sou a mãe aflita de dois meninos portadores de Asma com crises quase contínuas.

Escrevo este post com intuito de saber sobre experiências de outras mães com filhos em situação parecida. 
Por aqui,  já fazemos controle de ambiente, alimentar, eles fazem fisioterapia respiratória duas vezes por semana, tomam medicação preventiva, mas, infelizmente, continuam com as crises contínuas. Praticamente uma semana sem crise e o restante do mês com a asma bombando. Os exercícios físicos foram proibidos porque podem agravar o quadro. 
Faltas à escola são muito frequentes, noites em claro então, nem se fala! Idas a consultórios, emergências e farmácias são tão comuns que tenho até um esquema pra distraí-los da longa demora nos atendimentos. 

Queria saber como vocês lidam com as angústias que essas crises trazem, com os reflexos da asma, com a frustração das crianças em não poderem fazer certas coisas. 

Então, vamos conversar, dividir experiências?




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Pareço boa mãe mas...



Junto com um filho nasce uma mãe. 
Junto com esta mãe nasce uma profusão infinita de dúvidas sobre a maternidade e tudo que ela envolve.
Antes do Dr. Google, dos grupos no Facebook, dos blogs maternos, das revistas especializadas, o que nossas ancestrais faziam? Elas aprendiam com as mães, tias, avós, vizinhas, amigas. Conhecimento testado,  
com uma dose de sabedoria, outra de crendice, mais uma pitada de tradição, outra de "ouvi falar que funciona". E de fato, muitas dessas dicas são preciosas e funcionam. O xarope de agrião é bom mesmo! Aprendi com minha amiga Angela, que aprendeu com sua mãe. 

Você já deve estar se perguntando porquê aquele título e o texto não combinam, não é mesmo? Cadê o nexo, Ana? Calma, minha gente, já chego lá.

Ser mãe não é fácil. Mas também não é um TCC de fim de pós doutoramento. Lidar com esses seres mágicos chamados filhos é a melhor aventura que Deus nos deu. É o maior trabalho e a maior diversão* da vida.
Vejo tantas polêmicas, as pessoas se enfrentando em discussões intermináveis acerca de parto, aleitamento, hora de ir para a escola, onde dormir, o que comer, que brinquedo comprar, etc e tal.
Regra nessas polêmicas é apenas uma: eu estou certa e a cambada que não pensa como eu, tá no sal.


Sabe qual é a regra que vale a pena ser seguida?
Aquela que funciona na sua família.
Filho não vem com manual de instruções*. Nem mãe! A gente aprende testando, errando, acertando assim como fizeram as nossas mães, avós, tias. A diferença é que hoje temos mais informações, mas nem sempre ter mais é ter o melhor. Mais, às vezes, pode ser torturante e confuso.


Pareço boa mãe mas... Faço experimentos com meus filhos.
Testo dicas que acho que podem ajudar, seleciono do que ouço, leio, ou vejo, o que pode ser útil na minha casa. Foi assim que fui achando meu jeito de ser mãe, juntando e peneirando a tradição e sabedoria das que já viveram isso, com dicas de mães "novas"  para lidar com situações que não existiam a poucos anos.


Leio sobre jeitos de educar e criar crianças para achar o meu jeito. Li estes livros e de cada um deles fui adaptando o poderia ser usado na minha casa. Algumas experiências deram certo ( como o método para fazer o bebê dormir sozinho e a noite toda da Tracy Hogg), outras nem tanto, mas serviram de aprendizado.



FILTRE.
Use o seu BOM SENSO. 
TESTE se achar que vale a pena. Você conhece seu(s) filho(s) mais do que qualquer outra pessoa no mundo.
Ser mãe é divertido, não é para ser sofrido, dolorido.
Menos polêmicas, mais amor.


Notas:

*Causo daqui de casa essa semana:
Eu:
-João, vc vestiu a camisa errado. As costas estão na frente. Olhe a etiqueta ao se vestir, meu filho.
E ele, com pé fincado na teimosia e cara de grande guri sabichão:
- A etiqueta não manda em mim!


*O caso do menino com manual
 Uma vez, quando morávamos em Anápolis, o Gui veio passar o dia na casa do melhor amigo aqui em Brasília. O pai iria trabalhar e o pegaria na manhã seguinte. Eu fiz a mochila e junto pus o que era para ser um recado aos meus amigos, pais do amiguinho. Duas horas depois que sairam de casa, toca o telefone, atendo:
-Alô?
-Paula, o Bira disse que nunca viu menino vir com manual de instruções! Rsrsrssrs.
- Nós duas rimos do meu "recadinho" de duas páginas. 


Até mais!